A estrutura do Cursinho estará preparada para cumprir todos os protocolos de segurança em relação ao novo Coronavírus


Protocolos de distanciamento social

espaçamento de 1,5 metros entre as carteiras na sala de aula

HIGIENIZAÇÃO COMPLETA DOS AMBIENTES

Proporcionaremos ambientes arejados e ventilados

Monitoramento das condições de saúde

Estaremos vigilantes nas condições de saúde dos alunos. Aferição diária de temperatura na entrada.

Sempre teremos Álcool em gel disponível

Comunicação e explicação de procedimentos.

Uso obrigatório de mascaras

O uso da máscara é fundamental e obrigatório. Colabore!

Evite cumprimentar os colegas

Rejeitar uma mão estendida – sem ser rude – evitar beijar e abraçar, são os novos comportamentos sociais.

dúvidas

Alguma pergunta?

  • O que é o coronavírus?

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), coronavírus é uma família de vírus que pode causar doenças em animais ou humanos. Em humanos, esses vírus provocam infecções respiratórias que podem ser desde um resfriado comum até doenças mais severas como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O novo coronavírus causa a doença chamada COVID-19.

  • Quais são os sintomas da COVID-19?

    Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, cansaço e tosse seca. Houve alguns relatos de sintomas gastrointestinais (náusea, vômito e diarreia) antes da ocorrência de sintomas respiratórios, mas esse é principalmente um vírus respiratório. Alguns pacientes podem também apresentar dores, congestão nasal, coriza e dor de garganta. Os sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. A maioria das pessoas que fica doente se recupera do COVID-19. O tempo de recuperação varia e, para pessoas que não estão gravemente doentes, pode ser semelhante ao período de duração de uma gripe comum. Pessoas que desenvolvem pneumonia podem levar mais tempo para se recuperar (dias a semanas). Pessoas com febre (maior que 37,8ºC), tosse e dificuldade para respirar e que tiverem viajado ou tido contato com pessoas vindas de países com transmissão local devem procurar atendimento médico.

  • Como a COVID-19 é transmitida?

    O coronavírus, que provoca a COVID 19, pode ser transmitido de uma pessoa para outra. A transmissão pode ocorrer através de gotículas de saliva ou muco, expelidos pela boca ou narinas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. A transmissão também pode ocorrer através de partículas virais transferidas ao apertar as mãos ou compartilhar um objeto, como por exemplo beber no mesmo copo que um portador do vírus. Na maioria das vezes, é evidente se uma pessoa está doente, mas já houve relatos de portadores do vírus ainda sem sintomas aparentes e que já podiam transmitir a doença. Segundo a OMS deve-se manter uma distância de pelo menos 1 metro da pessoa com sintomas evidentes. Quarentenas e restrições de viagens atualmente em vigor em muitos países também se destinam a ajudar a quebrar a cadeia de transmissão. As autoridades de saúde pública podem recomendar outras abordagens para pessoas expostas ao vírus, incluindo isolamento em casa e monitoramento de sintomas por um período de tempo (geralmente 14 dias), dependendo do nível de risco de exposição. Novas pesquisas sobre as formas de transmissão ainda estão sendo realizadas e a OMS continuará compartilhando as descobertas atualizadas.

  • Devo usar uma máscara facial para proteger contra o coronavírus?

    É sempre importante seguir as recomendações de saúde pública. Atualmente, máscaras faciais são obrigatórias em todo o Estado de São Paulo e dentro do Cursinho Henfil. A máscara é fundamental não só para quem está com sintomas (febre ou tosse) ou para quem está em contato direto e cuidando dessas pessoas. A OMS recomenda o uso racional deste recurso para evitar desperdício e a falta deste insumo devido a utilização sem critérios.

  • Existe uma vacina disponível para o coronavírus?

    Nenhuma vacina está disponível até este momento, embora os cientistas estejam trabalhando em vacinas. Em 2003, os cientistas tentaram desenvolver uma vacina para prevenir a SARS, mas a epidemia terminou antes que a vacina pudesse entrar em ensaios clínicos.